A 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário foi aberta nesta terça-feira (24), em Brasília, reunindo representantes de todo o país para discutir políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, das águas e das florestas. Entre os participantes, estiveram os delegados Rafael Sued e Fabrícia Reis, representando a Secretaria Municipal de Agricultura de Itanhém.
Promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, o evento acontece até o dia 27 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e reúne cerca de 2 mil participantes na etapa nacional.

A conferência marca um momento importante de retomada da participação social na construção de políticas públicas para o meio rural. Ao longo de todo o processo preparatório, mais de 40 mil pessoas participaram de etapas municipais, territoriais, estaduais e digitais, resultando em aproximadamente mil propostas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável.
Com o tema voltado à transformação agroecológica do Brasil rural, os debates estão organizados em eixos que abordam desde o fortalecimento da agricultura familiar até questões como reforma agrária, acesso à terra e à água, segurança alimentar, mudanças climáticas e inclusão social no campo.


A presença dos representantes de Itanhém reforça o compromisso do município com a construção coletiva de políticas públicas e com a valorização da agricultura familiar. Durante a conferência, os delegados participam de grupos de trabalho, plenárias e discussões que irão subsidiar a elaboração de um documento final, que servirá de base para as ações do governo federal no setor.
Além dos debates, a programação inclui atividades culturais e a Feira da Agricultura Familiar, promovendo a integração entre produtores, gestores públicos e movimentos sociais de todo o país.
A participação de Rafael Sued e Fabrícia Reis coloca Itanhém no centro das discussões nacionais sobre o futuro do desenvolvimento rural, contribuindo para que as demandas locais também sejam consideradas nas diretrizes que irão orientar as políticas públicas nos próximos anos.























































