No início de dezembro, o agora ex-prefeito Mildson Medeiros anunciou com toda pompa o pagamento do 13º salário para 90% dos servidores do município de Itanhém.
No entanto, a conta não bateu já que grande parte desses servidores era da educação e só recebeu o benefício na última sexta-feira (27), e mesmo assim, graças a uma decisão judicial que obrigou o município a cumprir suas obrigações.
Pra piorar, como se não bastasse a controvérsia em torno do 13º salário, o mês de dezembro trouxe uma nova decepção para os funcionários públicos. Todos os servidores municipais ficaram sem receber os pagamentos referentes ao último mês do ano, o que gerou um clima de indignação e revolta.
O problema do atraso salarial agora será o que se costuma chamar no mundo político de “herança maldita”. Uma bomba que vai cair no colo do novo prefeito, Bemtivi, que assume o cargo em meio a um cenário financeiro comprometido.
O silêncio da gestão de Mildson Medeiros sobre os motivos para o atraso gerou especulações, incluindo a possibilidade do uso dos recursos para o financiamento de despesas de campanha eleitoral – uma questão que a população tem levantado insistentemente. Com a palavra, o agora ex-prefeito.
A falta de pagamento não afeta apenas os servidores, mas também a economia local. Com menos dinheiro em circulação, o comércio sofre impactos diretos, especialmente em um período de festas e início de ano. Além disso, a moral do funcionalismo público foi profundamente abalada, refletindo uma gestão marcada pela total falta de planejamento e comunicação.
A falta de planejamento financeiro e de transparência no encerramento do mandato de Mildson Medeiros deixará um legado negativo para sua administração. Servidores municipais e cidadãos agora esperam que a nova gestão priorize o compromisso com o funcionalismo público e adote uma postura mais responsável para evitar novos atrasos.


























































Não apostei que fosse diferente porconta da falta de planejamento e, também um grupo sedento que secou o poço público, se as outras Instâncias públicas (Legislativo e Judiciario) fossem eficientes essa conta da imoralidade de campanhas e farras não teria caído no colo dos servidores.