A Bahia reforçou seu papel como um dos principais estados pecuaristas do Brasil em 2024. O rebanho bovino baiano cresceu 3,5% em relação a 2023, totalizando 13,7 milhões de cabeças – um incremento de 455 mil animais. Dentro desse cenário de crescimento, dois municípios do Extremo Sul baiano se destacam pela força de sua produção: Itanhém e Medeiros Neto.
O município de Itanhém manteve sua posição de destaque absoluto. Com um rebanho de 183 mil cabeças, a cidade se consolidou na 3ª colocação no ranking estadual, ficando atrás apenas de Santa Rita de Cássia (1º) e Itamaraju (2º). A posição evidencia a importância fundamental do município para a economia pecuária da região.

A presença de Itanhém (3º), Itamaraju (2º), Medeiros Neto (12º) e Guaratinga (6º com 154,1 mil cabeças) entre os maiores rebanhos da Bahia comprova a hegemonia do Extremo Sul na pecuária baiana. A região concentra alguns dos principais polos de produção e criação de gado do estado, sendo vital para os números positivos alcançados pela Bahia.
Ranking dos maiores rebanhos bovinos da Bahia:

Santa Rita de Cássia – Oeste – 202,8 mil
Itamaraju – Extremo Sul – 183,3 mil
Itanhém – Extremo Sul – 183,0 mil
Wanderley – Oeste – 168,2 mil
Itambé – Sudoeste – 156,8 mil
Guaratinga – Extremo Sul – 154,1 mil
Cotegipe – Oeste – 150,8 mil
Angical – Oeste – 142,1 mil
Muquém de São Francisco – Oeste – 135,3 mil
Vitória da Conquista – Sudoeste – 133,7 mil
Itapetinga – Sudoeste – 132,9 mil
Medeiros Neto – Extremo Sul – 132,5 mil
Os números confirmam que a pecuária continua sendo um eixo econômico fundamental para a Bahia, com Itanhém e Medeiros Neto como protagonistas incontestáveis nesse cenário.
Fonte: Medeirosneto.com
























































Podia estar melhor! mas a infraestrutura regional não ajuda!! ” BA 290 Itanhem-Bertopolis mg” e outras, as gestões municipais e estaduais não colaboram com as melhorias necessarias para o escoamento dos produtos,insumos, etc.. aumentando custos produção,manutenção de veículos. Etc
Com todo esse protagonismo na produção bovina — sendo o terceiro maior do estado da Bahia — é importante refletir: quanto dessa expressiva atividade retorna, de fato, para o município de Itanhém em forma de receita, empregos e geração de renda? Diante de números tão relevantes, por que ainda não contamos com um frigorífico na cidade? A matéria não especifica se os dados referem-se ao gado de corte, leiteiro ou ambos, mas, em qualquer cenário, também cabe perguntar: por que não há um laticínio em funcionamento no município? São questões estratégicas que precisam entrar na pauta do desenvolvimento local.