A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em julho, o menor nível desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre anterior, o índice estava em 5,8%.
O número de desempregados ficou em 6,1 milhões de pessoas, o menor contingente desde o fim de 2013. Já o total de ocupados chegou a 102,4 milhões, com destaque para o emprego formal: foram 39,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o maior patamar da série.

A informalidade recuou ligeiramente, representando 37,8% da população ocupada, abaixo dos 38% registrados no trimestre anterior.
No aspecto da renda, o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 3.484, o maior para um trimestre na série histórica, embora tenha mostrado leve queda frente ao trimestre anterior. A massa de rendimentos, que considera o total pago aos trabalhadores, teve alta de 2,5%, chegando a R$ 352,9 bilhões.
De acordo com o IBGE, a melhora reflete tanto o crescimento da ocupação quanto a manutenção dos postos de trabalho, além do avanço do emprego formal, que garante maior estabilidade e direitos aos trabalhadores.
Fonte: Agência Brasil























































