O presidente do Sindicato Rural de Itanhém, Romeu Gazinelli, falou ao Pod Café News sobre o sucesso da 23ª Exponhém, realizada neste fim de semana. Na entrevista, ele destacou, entre outros coisas, a satisfação dos expositores, o movimento econômico gerado no município, além da importância da parceria com a Prefeitura para a realização do evento. Confira:
1 – Que avaliação o Senhor faz sobre a 23ª Exponhém?
Romeu Gazinelli: Pra mim superou todas as expectativas. A gente fica a cada ano querendo melhorar e esse ano, graças a Deus, foi fora de série mesmo.
2 – O resultado foi positivo para os expositores (agências bancárias, concessionárias etc.)?
R: Todo mundo muito satisfeito com a organização, os shows; os expositores ficaram todos satisfeitos. No domingo à noite, às seis horas da tarde, eu visitei todos os stands, do vendedor de pastel ao Sicoob e Banco do Nordeste, e todos estavam muito satisfeitos. Realmente foi um dos melhores aniversários da cidade junto com a Exponhém.
As provas funcionais, por exemplo, todas superaram. Tanto que no domingo fizeram um bolão do Team Roping, que já havia acontecido também na sexta-feira. O poeirão, no sábado, deu setenta e dois cavalos. O Team Roping, trinta duplas de cavaleiros, ou seja, sessenta cavaleiros. É uma coisa extraordinária, se comparado com as outras exposições.

3 – Além das provas funcionais que o Senhor citou, com o público recebeu o concurso leiteiro e a exposição de animais?
R: O concurso leiteiro foi um sucesso. Nos galpões tinham trinta e quatro animais no galpão, no curral os touros vendendo, numa média de sessenta animais. Tinha novilha, tinha touro Gi, touro Nelore, tudo vendendo. Então, foi muito bom.
4 – A Exponhém movimentou bastante o comércio local. O Senhor concorda que o evento vem melhorando a cada ano? E o que pode ser feito para que melhore ainda mais?
R: É uma festa que movimenta a cidade, a economia, né? Como você mesmo disse, melhora muito a cada ano. Vende no posto de gasolina, no supermercado, no açougue, e os hotéis nem se fala, ficaram sessenta dias lotados. Muita gente ficou em Medeiros Neto, teve gente alugando casas em Itanhém para os visitantes. Isso nunca tinha acontecido antes.
Eu conversei com um revendor de bebida que me afirmou que as vendas dobraram do ano passado para esse ano, então é sinal de que foi muito bom mesmo. Pra todo mundo.
E pra melhorar, a gente tenta a cada dia corrigir alguma falhazinha. O maior problema nosso hoje é o espaço físico, que já ficou pequeno para o evento. A gente tem uma boa vontade muito grande da família Pinheiro, filhos de Manoel Batista, que todo ano cede a área para estacionamento que fica lotado de carros. Isso ajuda muito pela quantidade de visitantes que recebemos.
Esse ano foi um sucesso também porque nós conseguimos fazer bem diversificado os segmentos dos expositores. Lá tinha tudo: duas agências bancárias, duas concessionárias de carros, fornecedores de sementes e adubo, troncos de curral, e todos venderam bem.

5 – E o leilão, a principal e mais rentosa atividade em uma exposição agropecuária, como foi?
R: O leilão nós tivemos oitocentas e duas reses, né? Vendeu setenta e oito por cento. Então não deixa de ser um faturamento muito bom. Do gado, dos animais, foi muito bom também.
Teve muita gente prestigiando. Fizemos um almoço para trezentas pessoas dentro do recinto e deu tudo certo, todo mundo ficou satisfeito.
6 – Qual a importância da parceria com a Prefeitura no sucesso da Exponhém?
R: Essa parceria com a prefeitura é fundamental, boa demais. Pra ajudar a gente e fazer uma boa festa e acaba sendo bom para os dois lados. Eu estou satisfeito, tenho certeza de que Bemtivi também está muito satisfeito e parceria boa é isso. Eu acho que a gente vai continuar, com fé em Deus. Deu tudo certo e Deus vai iluminar a gente pra gente ter saúde e o ano que vem fazer tudo de novo.






















































